O Uso Sustentável Da Água Para o Bem Comum

O Uso Sustentável Da Água Para o Bem Comum

Antes da crise hídrica de 2014, que afetou severamente o Estado de São Paulo, assuntos como o Sistema Cantareira e o Aquífero Guarani passavam bem longe das preocupações e conversas dos cidadãos. Simplesmente não faziam parte do repertório popular. Mas quando as torneiras secaram, e o desabastecimento de água entrou definitivamente na vida das pessoas, esses e outros temas saltaram para o topo das relevâncias sociais, políticas e econômicas.  

Durante o colapso, o Sistema Cantareira, megareservatório responsável pelo abastecimento de uma população de 8,8 milhões de habitantes na Grande São Paulo, atingiu alarmantes e persistentes níveis mínimos de água. No desespero, foi necessário até recorrer ao chamado “volume morto”. O Cantareira quase secou e gerou pânico entre a população. Especialistas do setor hídrico e gestores políticos – também passaram a temer a escassez de votos a seu favor em pleitos futuros.

Concomitantemente, o gigante subterrâneo Aquífero Guarani – cuja área territorial de 1,2 milhão de quilômetros quadrados (km²) transpassa parte do subsolo do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai – emergiu como uma possível alternativa para aliviar o estresse do rio Piracicaba, um dos mananciais que abastece o Sistema Cantareira. A possibilidade foi levantada num projeto geológico elaborado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Para a captação de água do aquífero (que, aliás, já abastece algumas cidades brasileiras) seriam construídos poços artesianos no município de Itirapina (SP).  

No resumo daquela grave estiagem paulista, descobriu-se que ao longo de décadas o país não investiu em infraestrutura, em estratégias/tecnologias para evitar momentos críticos como aquele e muito menos em campanhas educativas sobre o uso racional da água. Ficou explícita a falta de informação da sociedade quanto à importância e ao uso consciente da água.  

Em análise panorâmica, hoje, sabe-se que as alterações climáticas em curso em todo o planeta, o desperdício desenfreado e o crescente aumento de sua demanda – em função da expansão demográfica global e da necessidade de setores como a agricultura e a indústria -, potencializaram drasticamente o consumo de água nas últimas décadas.  

Também há o pensamento uníssono de que o uso sustentável da água, visando garantir sua perpetuação para as gerações futuras, está intimamente relacionado a três frentes: a estatal, que necessita elaborar mais e mais políticas públicas acerca do valor deste recurso hídrico e sua finitude; a social, na qual deve haver a conscientização de uma parcela razoável da população (principalmente aquela que ainda “varre” a garagem com o esguicho, em substituição à vassoura); e a econômica, onde deve haver o engajamento responsável de empresas e companhias que dependem da água em suas rotinas industriais.

Responsabilidade hídrica do setor industrial

No âmbito industrial, a responsabilidade quanto ao manejo da água se manifesta, principalmente, no modo como as fábricas realizam a descarga de seus efluentes industriais em redes de esgotos ou cursos d’água: se devidamente tratados ou sem critérios, de maneira arbitrária e poluente.

Quanto àquelas enquadradas na segunda opção, a decisão dos empresários está na preservação da natureza e atendimento às legislações ambientais, com a instalação de unidades próprias de tratamento de rejeitos líquidos industriais. 

O Grupo FUSATI, por meio de sua divisão FUSATI Ambiental, atende uma boa parcela de clientes corporativos com essa visão estratégica que, trocando em miúdos, na gestão de seus negócios concilia duas coisas: produtividade/ganhos e equilíbrio ecológico/manutenção de biomas.

Norteada por esse binômio, a FUSATI Ambiental desenvolve eficientes projetos compactos de Estações Compactas de Tratamento de Efluentes Industriais que atendem necessidades específicas das mais diversas plantas fabris. Para tais, produz e implanta unidades de alta tecnologia que levam em conta especificidades do processo industrial, dos diferentes tipos de resíduos e de águas que abastecem essas companhias.  

No catálogo de soluções da FUSATI Ambiental também há a oferta de projetos que, simultaneamente, cuidam do tratamento de resíduos e do esgotamento sanitário – são as chamadas Estações de Efluentes e Esgotos Industriais.

Outros dispositivos projetados pela FUSATI Ambiental são as Estações de Tratamento de Água (ETA) e de Reúso de Efluentes Industriais. Com essas unidades, o manejo e os cuidados com a água são garantidos desde a sua coleta (junto à rede pública de abastecimento) até a sua reutilização pós-processo industrial. 

A propósito, o Dia Mundial da Água (22 de março) – data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) – foi celebrado recentemente, com o mais que oportuno tema “Água e Mudança Climática”. Neste ano, contudo, de maneira mais ofuscada devido ao protagonismo da pandemia do coronavírus (Covid-19).

As alterações climáticas e o atual cenário de risco à biossegurança da população mundial justificam, cada vez mais, que as discussões, pesquisas e ações em prol da conservação da água não podem parar. Nesse sentido, é bom destacar que as soluções empresariais da FUSATI Ambiental estão afinadas neste mesmo diapasão, valorizando a importância da água, respeitando questões sanitárias e obedecendo à risca legislações ambientais vigentes.

Estado de São Paulo moderniza normas para consumo de água de reúso

Estado de São Paulo moderniza normas para consumo de água de reúso

Os secretários de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente e de Saúde, Marcos Penido e José Henrique Germann Ferreira, assinaram nesta quinta-feira (13) uma resolução conjunta que incentiva a sustentabilidade em São Paulo, por meio da reutilização de água não potável.

O documento moderniza uma resolução de 2017 sobre o reúso, para fins urbanos, de água proveniente de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) Sanitário. A resolução foi formatada em parceria com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Coordenadoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde.

“Existe uma mudança de mentalidade que estamos passando e todos entendem a importância dessa água dentro de uma economia circular”, comentou Marcos Penido. A nova resolução atualiza principalmente alguns padrões de qualidade, frequência de análise, categoria e formato dos adesivos para sinalização.

“Há uma interface muito grande entre o saneamento com saúde e esse é só o começo de um grande trabalho”, disse José Henrique Germann Ferreira. A água de reúso para fins urbanos abrange exclusivamente as modalidades de irrigação paisagística; lavagem de logradouros, espaços públicos e privados; construção civil; desobstrução de galerias de água pluvial, rede de esgotos; lavagem de veículos e combate a incêndio.

Licenciamento para Água de Reúso

O produtor de água de reúso deve submeter a solicitação previamente à Estação ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) para avaliação quanto à disponibilidade dos recursos hídricos. Também é preciso obter, junto à Cetesb, o licenciamento da atividade e parecer técnico, bem como à Vigilância Sanitária Municipal, para licenciamento no Sistema Estadual de Vigilância Sanitária.

“Estamos aprimorando a primeira resolução do Brasil sobre qualidade da utilização da água de reúso”, frisou a assessora da presidência da Sabesp, Monica Porto. Atualmente, é permitida a comercialização da água de reúso das ETEs operadas por empresas públicas ou privadas que tratam esgotos sanitários, excluindo aquelas implantadas por estabelecimentos comerciais e industriais.

“A crise hídrica trouxe um novo olhar para o tema. Existe uma necessidade cada vez maior para o uso da água de reúso garantindo a qualidade da saúde e a segurança hídrica para a população”, explicou o superintendente de Tratamento de Esgotos da Sabesp, Nivaldo Rodrigues.

Também participaram do evento o secretário-executivo da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Luiz Ricardo Santoro; o diretor da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa), Renato Rossetto; os diretores da BRK Ambiental, Marcos Koehler Asseburg e Marcia Greco; os diretores da Aquapolo, Fernando Gomes da Silva, Marcio da Silva José e Sheila Oliveira; a membra do World Bank Group, Stela Goldenstein; da Secretaria da Saúde, Luiz Sérgio Ozório Valentim e da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, Patrick Johann Schindler e Maria Helena Forner.

Fonte: Saopaulo.sp.gov.br

Tratamento de Esgoto: Benefícios para o Saneamento e Economia de Recursos

Tratamento de Esgoto: Benefícios para o Saneamento e Economia de Recursos

O lixo humano pode se transformar com segurança em recursos úteis, como água limpa? Parece inconcebível, mas isso é possível graças às novas tecnologias aplicadas ao sistema de tratamento de esgoto.

O esgoto pode ser de vários tipos, como: Sanitário (água para fins higiênicos e industriais), sépticos (em fase de putrefação), pluviais (água de chuva), combinado (sanitário + pluvial), cru (sem tratamento) e fresco (recente, com oxigênio livre).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 2,3 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a saneamento básico e os resíduos não costumam ser gerenciados com segurança.

Trata-se de um dado preocupante que contribui para um número estimado de 280 mil mortes por ano. Isso sem contar o impacto negativo no bem estar das pessoas e no meio ambiente.

No Brasil, com a entrada em vigor da Lei do Saneamento Básico (11.445) em 2007, foram estabelecidas as diretrizes nacionais e a política federal de saneamento. De lá pra cá, ficou definido que o planejamento do saneamento básico está a cargo do município, e a prestação dos serviços pode ser feito pelo poder público municipal ou por concessionária pública e/ou privada.

Antes de 2007, apenas 48,5% dos domicílios brasileiros dispunham de esgotamento sanitário através de rede coletora e 22,1% utilizavam fossa séptica, indicando inadequação clara ou inexistência do esgotamento sanitário nos restantes dos 29,4% dos domicílios (Dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Novas tecnologias, como tratamento avançado e ultrafiltração, estão surgindo para lidar com isso, proporcionando soluções personalizadas para o tratamento de água e efluentes nas esferas pública e privada.

Alguns dos benefícios e vantagens do sistema de tratamento de esgoto são os seguintes:

  • Melhora a qualidade de vida

A qualidade de vida e as condições higiênicas melhoram nas áreas onde o sistema opera com o descarte correto do esgoto. O sistema de tratamento de efluentes fornece uma maneira mais saudável e apropriada de gerenciar os resíduos de hotéis, condomínios residenciais e indústrias.

  • Preserva o meio ambiente

Anteriormente, todos os resíduos de esgotos eram descarregados diretamente em rios e fossas, resultando na poluição das águas subterrâneas das áreas onde esses resíduos eram descarregados. As águas poluídas terminavam então no mar, causando vários riscos e outros problemas ambientais.

Com a estação de tratamento de esgoto, não há mais poluição do lençol freático e oceanos.

Hoje em dia, as indústrias têm o compromisso de zelar pelo seu efluente, não só para atender exigências regulatórias, mas também para preservar a saúde da comunidade e os recursos naturais.

  • Economia e reutilização das águas

A água é um recurso natural substancial para o nosso país e deve ser gerida da melhor maneira possível. O efluente tratado na estação de tratamento de águas residuais é reutilizado para fins agrícolas e outros fins.  Muito mais que uma questão de cumprimento de lei, as empresas que possuem sistema de tratamento de efluentes, além de estarem em dia com as questões ambientais, são beneficiadas com diversas vantagens, como:

·       Redução do valor metro cúbico tratado;

·       Disposição correta do esgoto;

·       Possibilidade de reuso de efluentes;

·       Tratamento específico de acordo com a necessidade de cada processo.

A vantagem mais significativa do sistema é manter o desenvolvimento sustentável, a proteção do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida.

Considerando todas as vantagens acima, não há dúvida de que, teremos uma melhor qualidade de vida nos próximos anos e asseguraremos um ambiente melhor para as próximas gerações.

ETEs Industriais

Uma ETE, ou Estações de Tratamento de Esgoto doméstico é uma estação onde é possível o tratamento da água por meio de uso de diversas tecnologias. No caso de indústrias, a solução pode ser uma ETE compacta, solucionando os problemas de descarte dos efluentes de acordo com as necessidades de cada indústria.

As ETE são de vital importância no que diz respeito ao tratamento de dejetos industriais de forma geral o que é uma obrigação imposta pelo governo federal por meio das leis.

Empresas se utilizam de alguns tipos de tratamentos de esgoto, como por exemplo os lodos ativados, onde temos uma modalidade de aeração prolongada, bem como uma modalidade de valo de oxidação.

Além disto temos as lagoas de estabilização, que ocorrem de forma anaeróbica, ou mesmo facultativa, bem como o filtro biológico.

Sistemas modernos e eficazes realizam o tratamento de esgoto sanitário (doméstico), mais conhecido como ETE (estação de tratamento de esgoto) de empreendimentos como: condomínios, loteamentos, indústrias, hotéis, shoppings centers, comércio em geral, universidades, entre outros.

FUSATI Ambiental

O Grupo FUSATI atua em todo o Brasil, garantindo a máxima eficiência no atendimento aos clientes, com profissionais altamente capacitados.

Dentre algumas de nossas Soluções, temos:

  • Biocombo com Tratamento Avançado e Ultrafiltração;
  • BioFiltro: Remoção do Odor em Estação de Tratamento de Esgoto
  • Wetland Construídos: Sistema de Tratamento de Água para Indústrias
  • Osmose Reversa;
  • Sistema de Tratamento de Esgoto;
  • Sistema de Tratamento de Efluentes;
  • Estações ETA (Estação de Tratamento de Água);
  • Soluções Personalizadas para o Tratamento de Água e Efluentes;
  • ETEs Industriais;
  • ETE compacta;
  • Desodorização de ETE;
  • Mini estação de tratamento de água;

Ao implantar um sistema de tratamento de esgoto, a indústria diminuirá os gastos com água potável e esgoto, a partir da reutilização da água tratada.

A partir do tratamento dos efluentes, estará também contribuindo para a preservação de nascentes, rios, lagos e mares, evitando a contaminação do meio ambiente.

Com isso, aumentará a satisfação da comunidade e dos colaboradores em relação à organização. Devido às vantagens apresentadas, não há dúvidas de que investir no tratamento de efluentes é a melhor opção.

O Grupo FUSATI tem como premissa a venda de produtos em associação com a excelência em serviços pós-venda, pois a confiabilidade na operação dos nossos equipamentos é a nossa maior prioridade. Nosso compromisso é buscar sempre a superação das expectativas dos nossos clientes e garantir um serviço completo de assistência técnica nacional.

Oferecemos serviços de treinamento do operador, manutenção preventiva e corretiva e assistência técnica em todo o território nacional. Consulte sobre os planos de manutenção para contratação de serviços específicos para as necessidades da sua empresa.

Entre em contato com a FUSATI para que nossa equipe faça um orçamento personalizado, de acordo com as suas necessidades e preferências.

Envie e-mail para [email protected], ou se preferir, fale com a FUSATI pelo WhatsApp (19) 99608-0239 ou pelo telefone (19) 3301-6666, ou ainda, através da página de contato.

 

Decantação Lamelar no Tratamento da Água e Efluentes

Decantação Lamelar no Tratamento da Água e Efluentes

A questão da escassez da água e dos consequentes impactos ambientais descentralizou a responsabilidade da administração pública em relação ao tratamento de água e efluentes.

As indústrias, cada vez mais conscientes de suas funções sociais junto às comunidades nas quais estão inseridas, assumem o compromisso de contribuir ativamente com as políticas públicas voltadas para a melhoria da oferta de água, prezando pelo uso eficiente e sustentável desse recurso e minimizando os impactos ambientais.

As políticas e os valores empresariais devem ser compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, respeitando e preservando os recursos ambientais.

A empresa socialmente responsável, que respeita os direitos e os interesses dos indivíduos que de uma forma ou de outra são por ela afetados, acaba se destacando no mercado e obtendo uma grande vantagem competitiva.

Diante dessa realidade, as indústrias estão cada vez mais atentas ao descarte de seus resíduos, investindo alto em tecnologias eficazes para o tratamento de água e efluentes e cumprindo com as normas ambientais em vigor.

O tratamento da água e de efluentes tem por objetivo eliminar os resíduos humanos e industriais.

Dentre esses resíduos estão os sólidos em suspensão, que podem entupir rios ou canais; as bactérias e outros organismos patogênicos, que podem causar sérias doenças se a água for consumida pelo homem; produtos orgânicos biodegradáveis, que alimentam microrganismos e levam à eutrofização da água, prejudicando os seres biológicos presentes na água; e nutrientes como o nitrato e fosfato, que também podem levar à eutrofização da água gerando gases tóxicos e morte de peixes.

As diversas tecnologias para o tratamento de água e efluentes podem ser combinadas para atingir uma boa qualidade da água.

Dentre elas podemos destacar os processos físicos mais comuns como a decantação e filtração ou separação centrífuga.

Decantação Lamelar

A decantação é o ato de separar, por meio da gravidade, os sólidos sedimentáveis que estão na água. Para as estações de tratamento destaca-se o DECANTADOR LAMELAR, que utiliza forças gravitacionais para separar as partículas de densidade superior a da água. Trata-se de um processo que reduz significativamente a superfície de separação da água / Iodo.

Decantador Lamelar na obra de ampliação da Estação de tratamento de água cidade de Iracemápolis

Decantador Lamelar na obra de ampliação da Estação de tratamento de água cidade de Iracemápolis

Os processos de tratamento de efluentes utilizam os decantadores lamelares como unidades de tratamento secundário. Precedem a etapa da decantação lamelar os processos biológicos, físicos, físico-químicos ou mesmo uma combinação desses. Após esses processos, os sólidos/Iodo gerados são retirados na etapa de decantação.

Os decantadores lamelares podem ser empregados em todos os processos em que há geração de Iodo que necessita ser removido, e, suas dimensões são especificadas em função das taxas de escoamento superficial, conforme o tipo e as características do efluente. As dimensões e as vazões variam dependendo de qual será a sua funcionalidade.

A possibilidade de aplicação de maiores taxas de escoamento superficial é uma vantagem dos decantadores lamelares, tendo como consequência a redução dos seus tamanhos e a possibilidade de designs mais compactos.

Mais o mais relevante e se destacar, é a alta eficiência dos decantadores lamelares na separação dos sólidos/líquidos e na remoção do óleo. Podem ser adequados para operar com partículas de diferentes densidades, desde lama de fosfato, considerada leve até sedimentação de resíduos de mineração, considerados de maior densidade.

Valendo-se dessas tecnologias de eficácia comprovada para o tratamento de água as indústrias assumem posição relevante na sociedade, contribuindo com o meio ambiente e com a saúde da população local.

A FUSATI é uma empresa que preza pela sustentabilidade de seus projetos!

Conheça as nossas soluções para o uso eficiente da água.

Lei das Piscininhas e Sistema para a Captação e Retenção de Águas Pluviais

Lei das Piscininhas e Sistema para a Captação e Retenção de Águas Pluviais

A Lei Municipal do Estado de São Paulo nº 12.526, de 02 de Janeiro de 2017 (conhecida como “Lei das Piscininhas”) estabelece as normas para a contenção de enchentes e destinação de águas pluviais. De acordo com o artigo 1 º da Lei, é obrigatória a implantação de sistema para a captação e retenção de águas pluviais, coletadas por telhados, coberturas, terraços e pavimentos descobertos, em lotes, edificados ou não, que tenham área impermeabilizada superior a 500m2.

Os objetivos da normativa são:

“I – reduzir a velocidade de escoamento de águas pluviais para as bacias hidrográficas em áreas urbanas com alto coeficiente de impermeabilização do solo e dificuldade de drenagem;

II – controlar a ocorrência de inundações, amortecer e minimizar os problemas das vazões de cheias e, consequentemente, a extensão dos prejuízos;

III – contribuir para a redução do consumo e o uso adequado da água potável tratada.”


A água reservada poderá ter três destinos:
1) infiltração no solo;
2) despejo na rede pública depois de uma hora de chuva;
3) utilização para finalidades não potáveis, em edificações que tenham instalações desse tipo (ex. – água de reuso, regar jardins ou lavagem de pisos etc.).

Lei das Piscininhas para Evitar Enchentes

Fonte: Revista Fapesp

A implantação do sistema para a captação e retenção de águas pluviais é condição para a obtenção das aprovações e licenças, de competência do Estado e das regiões metropolitanas, para os parcelamentos e desmembramentos do solo urbano, os projetos de habitação, as instalações, as obras e outros empreendimentos.

Tratamento da Água

Para se fazer um bom uso da água reservada, nos termos da legislação em comento, recomenda-se a aplicação de um processo de tratamento. O uso de águas residuais tratadas para fins benéficos aumenta o suprimento de água disponível da comunidade e a torna mais confiável, especialmente em épocas de seca.

O tratamento de água inclui técnicas de remoção de partículas em suspensão ou colidais. As técnicas de tratamento incluem coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação e garantem a eficácia na clarificação e desinfecção da água. A filtração com membranas, especificamente, é considerado um processo de tratamento altamente eficaz para a remoção de vários compostos orgânicos dissolvidos, como agrotóxicos e microrganismos patogênicos, contudo tem custos mais elevados

Sistema de Filtragem de Água FUSATI

A utilização do filtro de água FUSATI previne a variação na qualidade da água e a torna potável ou utilizável, independente de ser filtro de água comercial ou filtro industrial.

Com equipamentos de alta qualidade e eficiência, os Filtros FUSATI retêm possíveis partículas como areia, barro, poeira, lodo e sedimentos. Também auxiliam na redução ou remoção de ferro e manganês da água.

A FUSATI tem a solução ideal para o tratamento da sua água. São mais de 30 anos de experiência desenvolvendo soluções personalizadas e com alta tecnologia para tratamento de água, efluentes industriais e domésticos, reuso de água com tecnologias limpas. Atuante em todo território nacional desde o projeto, fabricação, montagem e operação de estações de tratamento.

Entre em contato com a FUSATI Filtros para que nossa equipe faça um orçamento personalizado.

Envie e-mail para [email protected], ou se preferir, fale com a Fusati pelo WhatsApp (19) 99608-0239 ou pelo telefone (19) 3301-6666.

Fonte Imagem: Concepção geral do reservatório do Pacaembu – CANHOLI (2005)

Tratamento das Águas Subterrâneas

Tratamento das Águas Subterrâneas

O Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas) do Instituto de Geociências (IGc) elaborou recentemente um estudo de águas subterrâneas que apresenta o título

“A revolução silenciosa das águas subterrâneas no Brasil: uma análise da importância do recurso e os riscos pela falta de saneamento”.

O estudo aborda de maneira didática e aprofundada o uso e a contaminação dos aquíferos brasileiros, relacionando a contaminação dessas reservas com a insuficiência e as más condições do sistema de saneamento básico.

Além disso, traz dados relevantes e inéditos sobre a importância das águas subterrâneas para a sociedade brasileira e recomendações para a sua proteção.

Mas afinal, o que são as águas subterrâneas?

Segundo o estudo

“As águas subterrâneas são aquelas que se encontram sob a superfície terrestre, preenchendo completamente os poros das rochas e dos sedimentos, constituindo assim os chamados aquíferos. Elas são críticas para a segurança hídrica global, já que nesses aquíferos encontram-se 97% das águas doces e líquidas do planeta, o que os torna o maior reservatório de água potável da humanidade.”

No Brasil a extração das águas subterrâneas ocorre por meio de poços tubulares (conhecidos como artesianos ou semi artesianos), poços escavados e pelo aproveitamento direto das nascentes. Trata-se do recurso natural mais extraído do subsolo brasileiro:

“As águas subterrâneas são essenciais para a vida, não apenas por abastecerem as cidades e o campo e servirem de insumo para diversas atividades econômicas, mas também por sustentarem vários sistemas aquáticos como rios, lagos, mangues e pântanos. Sem as águas subterrâneas, as florestas em regiões de clima seco ou tropical não se manteriam em pé, tampouco os ambientes aquáticos existiriam ou cumpririam as suas funções ambientais.”

Destaca-se, nesse sentido, a distribuição do uso das águas subterrâneas nas diversas atividades econômicas do país: 30% direcionada ao atendimento doméstico, 24% a agropecuária, 18% ao abastecimento público urbano.

Inúmeras atividades econômicas utilizam as águas subterrâneas para suprir suas necessidades pelo Brasil, sendo o seu uso distribuído entre atendimento doméstico (30%), agropecuário (24%), abastecimento público urbano (18%) e abastecimento múltiplo (14%), no qual o destino da água é em grande parte diversificado para a prestação de serviços urbanos.

Inúmeras atividades econômicas utilizam as águas subterrâneas para suprir suas necessidades pelo Brasil

Dentre os estados brasileiros mais dependentes deste recurso destacam-se São Paulo, Piauí, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná. Para o uso rural, o principal estado usuário é Minas Gerais, seguido de São Paulo, Bahia, Tocantins e Rio Grande do Sul.

No que tange à qualidade das águas subterrâneas, apesar de naturalmente mais protegidas do que as águas superficiais estão suscetíveis à contaminação pela falta de redes de esgotamento sanitário e pelas precárias condições das redes existentes.

Além disso, em razão do tempo razoável de contato com os minerais que compõem o subsolo, as águas subterrâneas possuem uma carga mineral superior às águas superficiais.

Os minerais mais comuns são ferro, amônia, manganês e dureza, e em algumas zonas de agricultura verifica-se a presença de nitratos e pesticidas.

Dentre as recomendações apresentadas pelo estudo em comento para a proteção deste importante recurso hídrico está o conhecimento e a necessidade de uma boa gestão hídrica. Gestão hídrica inclui, certamente, a implementação dos tratamentos adequados da água.

Tratamento da Água

Como destacado, o uso das águas subterrâneas está distribuído de forma relevante nas diversas atividades econômicas do país. Grandes consumidores como indústrias, centros comerciais e condomínio estão valendo-se do uso de águas subterrâneas.

E as águas subterrâneas quase sempre necessitam de tratamentos específicos, que devem ser dimensionados de acordo com as características específicas dessas águas e com a qualidade que se deseja obter após os tratamentos.

As tecnologias aplicáveis vão desde oxidação, filtração e ultrafiltração até o processo de osmose reversa. Em sínteses, a oxidação e filtração são processos utilizados para a remoção de ferro e manganês e redução da dureza.

A ultrafiltração remove teores mais elevados de sais minerais, como o ferro, e a osmose reversa se apresenta como um eficiente processo para a redução de sais.

Os sistemas de tratamento podem combinar o uso dessas tecnologias para atingir o fim desejado.

A FUSATI é uma empresa especializada em soluções de gestão hídrica e oferece aos seus consumidores tecnologias de ponta para o tratamento de águas subterrâneas e corpo técnico especializado.

Com mais de 35 anos de tradição no mercado, a FUSATI oferece projetos customizados e com o melhor custo-benefício para a sua empresa.

Entre em contato com o nosso atendimento especializado e obtenha mais informações sobre os tratamentos de águas subterrâneas oferecidos pela FUSATI.

Fonte: Jornal USP e Tratabrasil.org

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