O SOS Mata Atlântica apontou, por meio de um estudo feito no início deste ano, que 36,3% da qualidade da água foi classificada como “ruim ou péssima”. A classificação “regular” somou 59,2% da pesquisa e “boa” ficou somente 4,5% do total.

Esse estudo coletou amostras de 289 pontos de 183 rios, córregos e lagoas, espalhados em 76 cidades de 11 estados brasileiros. As coletas começaram em março do ano passado e acabaram somente em fevereiro deste ano.

A cidade de São Paulo perdeu dois pontos com relação a classificação “água boa” que havia ganho em 2015. A porcentagem de águas avaliadas em “ruim ou péssima” subiram de 48,2% para 57,2%.

Já o Rio de Janeiro apresentou melhora, dos 15 pontos analisados o SOS Mata Atlântica indicou diminuição de 40% dos pontos com qualidade “ruim ou péssima” e aumento de 60% no pontos com qualidade “regular”.

Para que esse quadro mude, é preciso que a questão da água receba mais atenção não só dos governos, mas também das pessoas. Afinal, essa água será consumida por nós, em nossas casas, no trabalho, na escola etc.

Consumir água de qualidade faz bem para a saúde do corpo, sem contar que prolonga a vida útil dos sistemas e equipamentos, como os de aquecimento, chuveiro, máquinas de lavar roupas, de lavar louças, entre outros.

Fonte: SOS Mata Atlântica

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