Em 2018, o total de investimentos do Brasil na área de saneamento básico alcançou R$ 13,2 bilhões. Um avanço considerável de 16% em relação ao aporte de R$ 11,38 bilhões, registrado no ano anterior. O dado consta no 24º Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos, do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), publicado em dezembro do ano passado. Embora positiva, essa evolução ainda é insuficiente face à obrigação do país, de urgentemente levar água tratada para cerca de 35 milhões de brasileiros e esgoto para outros quase 100 milhões.

Esse “boom” do saneamento básico depende da injeção de dinheiro para obras de infraestrutura, inclusive com a participação bem maior do setor privado, conforme sinaliza o novo marco regulatório do saneamento básico (Projeto de Lei N º 4.162/2019), recentemente aprovado no Congresso Nacional. E também está relacionado à minimização do estrago provocado por três fontes poluidoras de mananciais: esgotos urbanos, indústrias e o agronegócio.

Um estudo recente trouxe à tona uma radiografia preocupante. Os rios de 17 estados do Brasil apresentam “fragilidade ambiental”, conforme o diagnóstico do levantamento “Observando os Rios 2019 – O retrato da qualidade da água nas bacias da Mata Atlântica”, realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica.

Essa pesquisa hídrica envolveu a realização de 2.066 análises de qualidade de água em 220 corpos d’água, situados em 103 municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, além do Distrito Federal.

De acordo com a pesquisa, entre os 278 pontos de coleta de amostras 74,5% apresentaram qualidade regular, 17,6% qualidade ruim e 1,4% foram consideradas péssimas. Somente 6,5% foram avaliadas como de boa qualidade.

Investimento Social e Ambiental

A despeito da responsabilidade ambiental da grande parte das empresas do setor industrial e do agronegócio, estes segmentos produtivos são dois geradores de poluição nos mananciais do Brasil.

Exemplos de geração de efluentes industriais (em metros cúbicos/m3) para cada tonelada de material produzido entre empresas de diversos setores:

  • produtos farmoquímicos e farmacêuticos > 250 m3
  • extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes > 2,6 m3 até 36,8 m3
  • preparação e fiação de fibras têxteis > 93 m3 a 96 m3
  • fabricação de papel, cartolina e papel-cartão > 8,2 m3 até 37,9 m3
  • abate de suínos, aves e outros pequenos animais > 3,5 m3 a 10,5 m3   

Fonte: Uso da Água no Setor Industrial Brasileiro (Confederação Nacional da Indústria/CNI)   

A partir do momento que uma pequena parcela das empresas não trata seus resíduos industriais, descartando-os irregularmente em rios, lagos, represas, córregos e outros cursos d’água, o impacto imediato disso é no meio ambiente. E depois põe em risco a saúde de populações das cidades e metrópoles, que dependem desta água para o abastecimento de milhares de habitantes.

Torna-se fundamental, portanto, a ampliação do número de unidades de tratamento de efluentes industriais e esgotos no sentido de atenuar esses prejuízos ecológicos, sociais, de saúde pública e também econômicos.

A FUSATI Ambiental é uma empresa perita em soluções ambientais, que possui domínio de tecnologia, e uma equipe técnica amplamente qualificada, para o atendimento de demandas corporativas ligadas ao tratamento de resíduos.

Desenvolvedora de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), Estações de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI), Wetlands Construídos, Biofiltros e outras soluções, os produtos e serviços da FUSATI garantem eficiência, redução de custos e segurança ao processo industrial, além do cumprimento de normas técnicas e leis ambientais. 

As ETEs e ETEIs projetadas e montadas pela companhia são ultrafuncionais, pois são equipamentos modulares e compactos totalmente adaptáveis aos espaços disponíveis na unidade fabril ou negócio comercial – como hotéis, hospitais, shoppings, laboratórios e outros empreendimentos.

Um ‘Combo’ de Vantagens

Além da vantagem da possibilidade de tratamento “in loco” de esgoto e resíduos industriais, as ETEs e ETEIs com a patente da FUSATI têm baixo consumo de energia e também produzem a água de reuso, que pode ser empregada em atividades como descargas de sanitários, lavagens de áreas externas, pisos e irrigação de áreas verdes/jardins.

Outro diferencial dessas unidades é que elas podem ser combinadas ente si – ou com uma Estação de Tratamento de Água (ETA) – otimizando ainda mais a gestão desses processos.

E para empresas que preferem terceirizar o gerenciamento de efluentes e esgotos, a FUSATI Ambiental também dispõe de serviços como a locação, operação e manutenção de ETE e ETEI.

7 benefícios da ETE Compacta FUSATI

  • Projeto adaptável conforme a necessidade
  • Tratamento do esgoto no local de sua geração
  • Requer pequeno espaço para a instalação
  • Reaproveitamento da água para outras ações (reúso = economia)
  • Construção de acordo com leis regulatórias
  • Baixo custo de energia elétrica
  • Instalação e manutenção simples

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Saneamento Estagnado e ‘Fragilidade Ambiental’
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Saneamento Estagnado e ‘Fragilidade Ambiental’
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As ETEs e ETEIs projetadas e montadas pela companhia são ultrafuncionais, pois são equipamentos modulares e compactos totalmente adaptáveis aos espaços disponíveis na unidade fabril ou negócio comercial – como hotéis, hospitais, shoppings, laboratórios e outros empreendimentos.
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